https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/issue/feedREVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-05892026-07-02T19:07:50+00:00Profa. Dra. Andrezza Maria Batista do Nascimento Tavareseditora@famen.edu.brOpen Journal Systems<p>REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589</p> <p>A <strong>REVISTA FACULDADE FAMEN - REFFEN </strong>se insere no repertório de periódicos científicos que possuem política de acesso livre a todo o seu conteúdo. Segue o critério de disponibilidade gratuita do processo intectual dos autores, em formato científico, colaborando com a democratização universal do conhecimento.</p>https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/261Educação bilíngue para surdos:2026-07-01T18:58:13+00:00Cleide Pereira de Magalhãescleide.magalhaes16@yahoo.comHegon Henrique Cardoso Favachohegon20@gmail.comItamar dos Santos Fonsecaitamar2022_santos@unifesspa.edu.brPaloma Ravena Magalhãesravenamaga23@gmail.com<p>Este artigo discute as inovações pedagógicas no ensino bilíngue para estudantes surdos, com foco na integração entre Libras como primeira língua e a Língua Portuguesa como segunda língua. Analisa práticas educacionais inclusivas que valorizam a cultura surda e promovem o desenvolvimento linguístico em ambientes acessíveis. Destaca o papel das tecnologias digitais e metodologias ativas na ampliação das possibilidades de aprendizagem e na garantia de equidade educacional.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Educação bilíngue; surdez; Libras; inclusão; Práticas pedagógicas.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/262Linguagem e comunicação no Transtorno do Espectro Autista:2026-07-01T19:14:04+00:00Elisângela Chagas de Santana Saleseli12ssales@gmail.comFabiano Sales de Aguiarfabiano.aguiar@unir.brKeissy Pereira da Silva keissy.silva@unemat.brMagna Aparecida Arantes Passos Rondon magna.rondon@edu.mt.gov.brSimone Matias de Sousa Monteirosimonematias1407@gmail.com<p>O estudo aborda estratégias inovadoras voltadas ao desenvolvimento da linguagem e da comunicação de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Examina abordagens pedagógicas que consideram as especificidades cognitivas e comunicativas desses alunos, enfatizando o uso de recursos visuais, tecnologias assistivas e práticas individualizadas. O artigo destaca a importância de ambientes inclusivos que favoreçam a interação social e a aprendizagem significativa.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Autismo; linguagem; comunicação; Educação inclusiva; práticas pedagógicas.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/263Plataformas digitais e acessibilidade:2026-07-01T19:23:07+00:00Ivani Alberto das Doresivani.albertod@gmail.comMarleide Lopes Querubinmarleidequerubin@gmail.comMônica de Gois Silva Barbosamonicagsb@yahoo.com.brNéstor Raul González Gutiérreznestorgonzalez@itm.edu.com<p>Este artigo analisa o papel das plataformas digitais e das tecnologias emergentes no ensino de linguagens no contexto da Educação Especial. Discute como ferramentas digitais podem favorecer a acessibilidade, a personalização do ensino e a participação ativa dos estudantes. São apresentadas reflexões sobre os desafios de implementação e a necessidade de formação docente para o uso crítico e inclusivo dessas tecnologias.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Tecnologias digitais; acessibilidade; Educação especial; inovação; ensino de linguagens.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/264A escola como ecossistema de autonomia:2026-07-01T19:34:06+00:00Rute Barboza da Silvarutebarboza70@gmail.com<p>Este artigo propõe reconfigurar o conceito de escola, deslocando-o do modelo tradicional transmissivo para a abordagem de um ecossistema vivo de aprendizagem. Criticando a passividade estudantil e a rigidez hierárquica tradicionais, o estudo defende a escola como um fenômeno social dinâmico. Nela, a aprendizagem é um processo relacional emergente de interações entre sujeitos, saberes e múltiplas linguagens, onde o aluno é agente ativo e o professor atua como mediador. A metáfora do ecossistema destaca a interdependência, a diversidade e a transformação contínua do ambiente escolar. O texto articula as dimensões do "ser" e do “estar” associando a construção da autonomia ao diálogo, à reflexão crítica e à participação social. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de revisão bibliográfica, fundamentada em teóricos como Paulo Freire, Lev Vygotsky, Jean Piaget e Fontana. Busca-se compreender a escola como espaço de experiências significativas para a formação de cidadãos conscientes. Conclui-se que conceber a escola sob essa perspectiva complexa e relacional amplia as possibilidades de repensar as práticas pedagógicas e as finalidades educativas contemporâneas.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Escola; ecossistema de aprendizagem; autonomia; linguagens; Educação contemporânea.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/265Formação docente para a inclusão:2026-07-01T19:42:16+00:00Antônia Santos Agrellaantonia.agrella37@gmail.comItamar dos Santos Fonsecaitamar2022_santos@unifesspa.edu.brIvana Carla de Oliveira Lopesivanaclopes@gmail.comMádson Ribeiro da Silvamadsonribeiro16@gmail.com<p>O artigo investiga os desafios enfrentados na formação de professores para o ensino de línguas em contextos inclusivos. Aborda a necessidade de práticas formativas que integrem teoria e prática, promovendo o desenvolvimento de competências para lidar com a diversidade linguística e funcional dos estudantes. Apresenta estratégias pedagógicas que contribuem para a construção de ambientes educacionais mais equitativos e inclusivos.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Formação de professores; Educação inclusiva; ensino de línguas; diversidade; práticas educativas.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/266Linguagens táteis e recursos acessíveis:2026-07-01T19:51:27+00:00Ana Kellis Lacerda Gentilantonia.agrella37@gmail.comJosé Flávio da Pazjfp1971@gmail.comLucimar Perondilucimarperondi592@gmail.comRamoxione Xisto da Vitória Lacerdaramoxione@hotmail.com<p>Este estudo explora o uso de linguagens táteis e recursos acessíveis no processo de ensino-aprendizagem de estudantes com deficiência visual. Analisa materiais didáticos adaptados, tecnologias assistivas e metodologias que favorecem a autonomia e a inclusão desses alunos. O artigo ressalta a importância da inovação pedagógica na construção de práticas educativas que garantam acesso equitativo ao conhecimento.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Deficiência visual; acessibilidade; linguagens táteis; tecnologia assistiva; inclusão.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/267Gestão escolar, alfabetização e educação ambiental:2026-07-01T19:59:25+00:00Rute Barboza da Silvarutebarboza70@gmail.com<p>Este estudo explora o uso de linguagens táteis e recursos acessíveis no processo de ensino-aprendizagem de estudantes com deficiência visual. Analisa materiais didáticos adaptados, tecnologias assistivas e metodologias que favorecem a autonomia e a inclusão desses alunos. O artigo ressalta a importância da inovação pedagógica na construção de práticas educativas que garantam acesso equitativo ao conhecimento.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Deficiência visual; acessibilidade; linguagens táteis; tecnologia assistiva; inclusão.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/268A inclusão negligenciada: 2026-07-01T20:08:22+00:00Hegon Henrique Cardoso Favachohegon20@gmail.comItamar dos Santos Fonseca Fonsecaitamar2022_santos@unifesspa.edu.brJosé Flávio da Pazjfp1971@gmail.comLuiz Carlos de Araujoluiz13wa@gmail.com<p>Este artigo explica como a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) pode ser um lugar de verdade para todos, especialmente para alunos surdos. O objetivo é mostrar que incluir não é apenas "deixar entrar", mas garantir que o estudante aprenda em sua própria língua (Libras) e tenha acesso a uma formação completa que une trabalho, ciência e cultura. Usamos ideias de grandes educadores como Paulo Freire e Dermeval Saviani para defender que a escola deve se adaptar ao aluno, e não o contrário.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Educação bilíngue para surdos; inclusão na EPT; formação omnilateral; mundo do trabalho.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/269A situação do homossexual, afeminado e negro na sociedade: 2026-07-01T20:14:11+00:00Hiago de Paiva Cardosohiago.unir@gmail.com<p>Este trabalho consiste em apresentar a condição social do homossexual afeminado e negro a partir do conceito de interseccionalidade de Carla Akotirene. De acordo com a autora, esse conceito permite uma maior compreensão acerca das desigualdades raciais existentes. Tenciona-se evidenciar a supressão deste sujeito por uma tripla categoria, a de homossexual, afeminado e de negro. Três fatores determinantes para uma marginalização integral dentro de uma sociedade heteronormativa e ideologicamente branca.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Homossexual; negro; masculinidade; interseccionalidade; racismo.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/270Arquiteturas pedagógicas da Educação Especial Inclusiva:2026-07-01T20:23:41+00:00Fabiano Sales de Aguiarfabiano.aguiar@unir.brJosé Flávio da Pazjfp1971@gmail.comLucimar Perondilucimarperondi592@gmail.comLuiz Carlos de Araujo Araujoluiz13wa@gmail.com<p>O presente artigo analisa a estruturação do campo acadêmico da Educação Especial sob a ótica da teoria dos campos de Pierre Bourdieu. Investiga-se a natureza da autoridade científica, as disputas por reconhecimento e a lacuna existente entre a produção de bens acadêmicos e sua efetiva aplicação no cotidiano escolar. Através de uma análise dialética, discutem-se modelos contemporâneos como o Sistema de Suporte Multicamadas (SSM), o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e o Ensino Colaborativo, confrontando-os com a precarização das condições de trabalho dos Profissionais de Apoio à Inclusão Escolar (PAIE) e os desafios das Práticas Baseadas em Evidências (PBE). Conclui-se que a autonomia do campo é atravessada por tensões estruturais que limitam a transposição do saber científico para a prática pedagógica efetiva.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Educação especial; Pierre Bourdieu; campo acadêmico; desenho universal para a aprendizagem; ensino colaborativo.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/271A corporeidade como eixo da aprendizagem: 2026-07-01T20:47:36+00:00Francisca Luisa Serrão Ferreirafranciscaserrao13@gmail.comIvana Carla de Oliveira Lopesivanaclopes@gmail.comMaria Sousa Freitas Sotte993728566mariaarthur@gmail.comValdelice de Oliveira Holandavaldelice.holanda@edu.mt.gov.br<p>O presente artigo discute a centralidade do corpo e do movimento na Educação Infantil, sob a ótica da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Investiga-se como o campo de experiências "Corpo, gestos e movimentos" fundamenta a exploração do espaço e a interação social como pilares para a construção da subjetividade infantil. Através de uma revisão bibliográfica que abrange autores como Maurice Merleau-Ponty, Henri Wallon e Jean Piaget, o texto argumenta que a imitação, a ludicidade e a consciência espacial em brincadeiras como "Morto e Vivo" e "Siga o Mestre" não são meras atividades motoras, mas processos cognitivos e relacionais complexos. Conclui-se que o corpo é o mediador primário entre o sujeito e o mundo, sendo essencial para a autonomia e a expressão de desejos e necessidades na infância.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Educação infantil; BNCC; corporeidade; ludicidade; desenvolvimento infantil.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/272Ensino de Química, saúde e inclusão:2026-07-01T20:57:08+00:00Alice Cristina da Silva Rodriguesalice.rodrigues.unir.t5@gmail.comAna Paula da Silva Rodrigues de Almeidadra.anapaulasra@gmail.com<p>O estudo analisa a contribuição de uma eletiva de Química, desenvolvida à luz do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA), para a promoção de práticas pedagógicas inclusivas, contextualizadas e significativas no Ensino Médio noturno. A pesquisa adota abordagem qualitativa, de natureza descritiva, a partir da implementação da eletiva “Drogas e Rock and Roll” em uma escola pública do município de Vilhena-RO, no primeiro semestre de 2025. A proposta articula conteúdos de Química Orgânica à temática das drogas, integrando aspectos científicos, sociais e de saúde, por meio de estratégias diversificadas, como debates, análise de filmes e músicas, atividades práticas e produções colaborativas. Os resultados evidenciam maior engajamento dos estudantes, ampliação das formas de participação e melhor compreensão dos conteúdos, especialmente em relação às estruturas moleculares e aos efeitos das substâncias no organismo. A diversificação das estratégias didáticas, orientada pelos princípios do DUA, favorece a inclusão, ao possibilitar diferentes formas de acesso e expressão da aprendizagem. Além disso, a abordagem contribui para o desenvolvimento do pensamento crítico e da consciência social dos estudantes. Conclui-se que a integração entre Química, saúde e cultura juvenil, aliada ao DUA, constitui uma estratégia eficaz para tornar o ensino mais acessível, significativo e alinhado às demandas contemporâneas da educação.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Ensino de Química; desenho universal para aprendizagem; Educação inclusiva; drogas; ensino médio.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/273O ensino híbrido em momentos de pandemia:2026-07-01T21:03:27+00:00Néstor Raul González Gutiérreznestorgonzalez@itm.edu.com<p>O presente artigo analisa os processos de mediação pedagógica no ensino de espanhol como língua estrangeira durante a pandemia de COVID-19, no âmbito da oferta de cursos de idiomas do IFSULDEMINAS. A pesquisa enfatiza o ensino híbrido e sua relação com o processo de ensino-aprendizagem. O trabalho organiza-se em três seções que abordam a educação híbrida, o ensino de línguas e as mediações realizadas via plataformas educativas, refletindo sobre a importância das ferramentas digitais na aprendizagem de uma língua estrangeira</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Espanhol; educação; tecnologias; ensino híbrido.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/274A inclusão escolar de aluno com Transtorno do Espectro Autista:2026-07-01T21:09:23+00:00Neiba Christiane Da Silva Paixãoneibapaixao12@gmail.comGilma da Silva Pereira Rocharochagsp@gmail.com<p>Este artigo tematiza as práticas pedagógicas para a inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Tem como objetivo refletir acerca da prática de ensino dos professores que trabalham com alunos com TEA. Uma vez que o processo de inclusão possui muitos desafios e obstáculos apesar de tantos anos de implementação da inclusão nas escolas brasileiras, há professores do ensino regular que não estão preparados para ensinar a todos os alunos. E assim norteado por questões: Quais dificuldades enfrentadas pelo professor com aluno incluso? Quais práticas de ensino aplicadas pelo professor podem ajudar o aluno com transtorno? Qual o papel do professor no processo de ensino-aprendizagem deste aluno? A pesquisa é de caráter bibliográfico e descritivo, em que foi realizado um levantamento de teóricos que tematizam as práticas pedagógicas de alunos com TEA no Google acadêmico, livros e revistas. Ao longo deste texto foram descritos os fundamentos a respeito da condição autista e leis que amparam a pessoa com o Transtorno, bem como incentivar a reflexão da afetividade que corrobora para práticas e ações educativas voltadas para estas crianças. Contudo o ambiente escolar em conjunto com a família, professores, pedagogos e direção escolar devem estimular a aprendizagem e o desenvolvimento cognitivos da criança com TEA e assim buscar a superação de suas limitações, com base numa educação inclusiva e de qualidade respeitando o direito da criança. Desta forma o texto possibilita conhecer algumas estratégias e recursos pedagógicos que podem auxiliar no processo de inclusão dos estudantes com autismo em sala de aula.</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong>Inclusão; autismo; sala de aula; prática pedagógica.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/275O uso de tecnologias assistivas no processo de ensino-aprendizagem de estudantes com deficiência física2026-07-01T21:14:59+00:00Francimar Pereira Ribeirofrancipribeiro@gmail.comHaciane Moreira da Silva Teixeirahaciane.teixeira@hotmail.com<p>O avanço tecnológico e o processo da educação inclusiva causaram transformações significativas no âmbito educacional, nas práticas pedagógicas e no processo de ensino e aprendizagem. O objetivo geral deste trabalho consiste em investigar a importância do uso das tecnologias assistivas como um recurso de ensino e aprendizagem de estudantes com deficiência física na sala de aula. Diante dessa problemática, é necessário refletir sobre se as escolas e os professores estão preparados para atender adequadamente estes estudantes. A referência teórica visa compreender o conceito principal do tema, além de abordar recursos e estratégias que proporcionam aprendizagens significativas. A pesquisa de caráter bibliográfico, tendo como técnica a pesquisa documental (Hélder, 2006), a leitura e análise de conteúdo em artigos e livros para a obtenção dos dados. Como resultado, percebe-se que a tecnologia assistiva contribui de forma eficiente no desenvolvimento do estudante, favorecendo sua participação, autonomia e inclusão escolar. Conclui-se que é importante facilitar e estimular a participação dos estudantes com deficiência por meio de adaptações de atividades e da utilização dos recursos diversificados.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Tecnologia assistiva; ensino e aprendizagem; deficiência física; Educação especial; Educação inclusiva.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/276Aprendizagem autogerida e tecnologias digitais:2026-07-01T21:22:52+00:00Marleide Lopes Querubinmarleidequerubin@gmail.com<p>A sociedade atual, marcada pela conectividade e pelo acesso instantâneo ao conhecimento, impõe novos desafios à educação tradicional, exigindo práticas pedagógicas que valorizem a autonomia, o protagonismo estudantil e o uso crítico das tecnologias digitais. Nesse cenário, a aprendizagem autogerida surge como abordagem para o desenvolvimento de competências necessárias à vida em um mundo em constante mudança. Diante disso, este estudo tem como objetivo analisar a aprendizagem autogerida no contexto educacional atual, evidenciando sua importância diante das transformações causadas pelas Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC). A metodologia adotada é baseada em pesquisa bibliográfica, permitindo uma reflexão teórica sobre as potencialidades e limitações dessa forma de aprender. O estudo discute como as TDIC têm impulsionado transformações no ensino, promovendo práticas mais interativas, colaborativas e flexíveis, nas quais o estudante assume papel ativo na definição de objetivos, estratégias e ritmos de estudo. A aprendizagem autogerida exige, portanto, habilidades como autorregulação, planejamento e senso crítico. Contudo, o estudo também destaca os desafios dessa abordagem, especialmente quando os estudantes não estão suficientemente preparados para gerir seus próprios processos de aprendizagem. Nesse sentido, o papel do educador permanece essencial como mediador e facilitador, utilizando recursos digitais de forma planejada e intencional para apoiar o desenvolvimento integral dos alunos. Conclui-se que, para que a aprendizagem autogerida seja efetiva e inclusiva, é necessário equilibrar autonomia e orientação, garantindo práticas pedagógicas que respeitem a diversidade dos estudantes e favoreçam uma aprendizagem significativa no contexto tecnológico atual.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Aprendizagem autogerida; tecnologias digitais da informação e comunicação (TDIC); autonomia do estudante; práticas pedagógicas inovadoras.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/277Aula expositiva dialogada:2026-07-01T21:35:39+00:00Mádson Ribeiro da Silvamadsonribeiro16@gmail.comClaudinei Frutuosoclaudinei.frutuoso@unir.br<p>Este artigo tem por objetivo apresentar os elementos teórico-metodológicos e técnico-pedagógicos presentes na técnica da aula expositiva dialogada e analisar quais aprendizagens e concepções pedagógicas são reforçadas por essa técnica de ensino. Para tanto, recorre-se à análise histórico-crítica (Saviani, 2003; Maciel; Braga, 2008; Maciel, 2023), metodologicamente fundamentada no materialismo histórico-dialético (Marx, 1996; 2008; Netto, 2011), a fim de interpretar os fundamentos teórico-metodológicos e técnico-pedagógicos dessa técnica e os tipos de aprendizagem que ela promove. Os resultados indicam que a aula expositiva dialogada, fundamentada em uma concepção pedagógica crítica de inspiração marxista e revolucionária, quando combinada com outras práticas pedagógicas, possibilita aulas mais participativas e democráticas, contribuindo tanto para a aprendizagem quanto para a formação humana integral e profissional dos estudantes universitários.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Docência no ensino superior; processo de ensino-aprendizagem; aula expositiva; curso de direito; curso de pedagogia.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/278Ensino variacionista e plataformização:2026-07-01T21:43:14+00:00Valdelice de Oliveira Holanda valdelice.holanda@unemat.brJocineide Macedo Karim jocineide.karim1@unemat.br<p>Este artigo é uma atividade de pesquisa lincada ao Programa de Pós- Graduação em Linguística da UNEMAT na linha de pesquisa da Sociolinguística e tem por finalidade discutir a política atual de organização curricular para o Sistema de Ensino da Rede Estadual de Mato Grosso, quando propõe diversas plataformas de ensino na área de linguagem, tal como Plataforma Plural, Letrus, Mais Inglês e ainda, Plataformas voltadas para a formação continuada de professores que ancoram a organização das práticas curriculares, aqui em específico, quando se trata da variação linguística, como um conjunto de habilidades a serem trabalhadas pelos professores de Língua Portuguesa no trato do ensino da língua materna. Este texto, tem por base os estudos de Antunes (2023,2007), Bortoni-Ricardo (2005, 2021,), Almeida e Bortoni-Ricardo (2023), Weinreich, Labov e Herzog - tradução Marcos Bagno (2023). Os dados, coletados por meio de entrevistas e aplicação de questionários a professores de LP de duas escolas em MT, uma em Cuiabá e outra em Várzea Grande, com base nos pressupostos da pesquisa sociolinguística e indicam que o tempo pedagógico dos professores de LP tomados pela necessidade de uso das plataformas tendem a criar lacunas nas práticas pedagógicas que se desenvolve na sala de aula, contribuindo para possível silenciamento ou mesmo criar uma subcategorização do ensino variacionista quando se trata de regionalidades importantes, tal qual o falar cuiabano. A relevância está em contribuir para a formação de professores e subsidiar discussões acerca da implementação do ensino variacionista e da política curricular em Mato Grosso.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Variação linguística; plataformização; política curricular.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/279Escrevivências Queer:2026-07-02T18:51:07+00:00Paula Jesus dos Santospaula.jsantos@urca.brJosé Flávio da Pazjfp1971@gmail.com<p>Este artigo investiga os contos intitulados <strong>“Os demônios de Renfield”</strong> e <strong>“O coração precisa ser pego de surpresa”</strong>, os quais compõem o livro “Amora” (2015) de Natalia Borges Polesso, a partir das perspectivas da literatura queer e do conceito de <em>escrevivência</em>¹ Conceição Evaristo (2020), discutindo como essas narrativas constroem identidades dissidentes e representam os afetos homoafetivos, para (re)configurar a escrita como espaço de resistência aos padrões e estereótipos heterocisnormativos. Como metodologia, adota-se uma abordagem qualitativa mediada por análise crítica de caráter bibliográfico, fundamentada na leitura e análise dos contos ancoradas na performatividade de gênero e construção identitária de Butler (2015), atrelada às questões de afetividade, amor e desejo como ferramentas poderosas de resistência, cura e transformação política de Hooks (2019) e Lorde (2019), além da potencialidade da produção literária lésbica com Leal (2016), a qual subverte o silenciamento histórico de personagens marginalizados e subalternizados (Spivak, 2010). Por isso, enquanto produção literária queer (Spargo, 2019) contemporânea, essas narrativas também podem ser consideradas um ato político e tornam-se significativas para a ampliação das representatividades e vivências LGBTQIAPN+ no cenário literário nacional.</p> <p><strong>Palavras-chave</strong>: Literatura Queer; identidades dissidentes; escrevivência; narrativas lésbicas; representatividade.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589https://revistafamen.com.br/index.php/revistafamen/article/view/280Educação emancipadora e diversidade:2026-07-02T18:57:31+00:00José Flávio da Pazjfp1971@gmail.com<p>Este artigo analisa a trajetória histórica, os arranjos jurídicos e as dimensões pedagógicas da luta pelos direitos da população LGBTQIAPN+ no Brasil, tomando o Dia Internacional do Orgulho (28 de junho) como categoria de análise biopolítica. Utilizando o referencial teórico da Teoria Crítica, dos Estudos Queer e da Pedagogia Crítica, o trabalho investiga a transição da epistemologia da revolta de Stonewall Inn (1969) para as estratégias contemporâneas de emancipação no Sul Global. Examina-se o fenômeno do ativismo judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) como resposta à inércia legislativa estrutural, dissecando os marcos da união homoafetiva (ADI 4277/ADPF 132), do direito à identidade trans (ADI 4275) e da criminalização da homotransfobia (ADO 26). Por fim, o estudo propõe a reestruturação dos currículos escolares e a superação da "educação bancária" por meio de práticas transversais de inclusão e letramento de gênero, concluindo que a efetivação da cidadania plena dessa população depende indissociavelmente da articulação entre a garantia jurídico-penal e a práxis pedagógica emancipatória.</p> <p><strong> </strong><strong>Palavras-chave</strong>: Diversidade sexual e de gênero; ativismo judicial; currículo escolar; direitos humanos; teoria Queer.</p>2026-07-02T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589