A escola como ecossistema de autonomia:

o "ser", o "estar" e a construção interativa das múltiplas linguagens

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36470/famen.2026.r7a28

Palavras-chave:

Escola, ecossistema de aprendizagem, autonomia, linguagens, Educação contemporânea

Resumo

Este artigo propõe reconfigurar o conceito de escola, deslocando-o do modelo tradicional transmissivo para a abordagem de um ecossistema vivo de aprendizagem. Criticando a passividade estudantil e a rigidez hierárquica tradicionais, o estudo defende a escola como um fenômeno social dinâmico. Nela, a aprendizagem é um processo relacional emergente de interações entre sujeitos, saberes e múltiplas linguagens, onde o aluno é agente ativo e o professor atua como mediador. A metáfora do ecossistema destaca a interdependência, a diversidade e a transformação contínua do ambiente escolar. O texto articula as dimensões do "ser" e do “estar” associando a construção da autonomia ao diálogo, à reflexão crítica e à participação social. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa de revisão bibliográfica, fundamentada em teóricos como Paulo Freire, Lev Vygotsky, Jean Piaget e Fontana. Busca-se compreender a escola como espaço de experiências significativas para a formação de cidadãos conscientes. Conclui-se que conceber a escola sob essa perspectiva complexa e relacional amplia as possibilidades de repensar as práticas pedagógicas e as finalidades educativas contemporâneas.

Palavras-chave: Escola; ecossistema de aprendizagem; autonomia; linguagens; Educação contemporânea.

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Publicado

02-07-2026

Como Citar

Silva, R. B. da . (2026). A escola como ecossistema de autonomia:: o "ser", o "estar" e a construção interativa das múltiplas linguagens. REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589, 7(3), 49–65. https://doi.org/10.36470/famen.2026.r7a28