Arquiteturas pedagógicas da Educação Especial Inclusiva:
ensino colaborativo, práticas baseadas em evidências e design universal
DOI:
https://doi.org/10.36470/famen.2026.r7a34Palavras-chave:
Educação especial, Pierre Bourdieu, campo acadêmico, desenho universal para a aprendizagem, ensino colaborativoResumo
O presente artigo analisa a estruturação do campo acadêmico da Educação Especial sob a ótica da teoria dos campos de Pierre Bourdieu. Investiga-se a natureza da autoridade científica, as disputas por reconhecimento e a lacuna existente entre a produção de bens acadêmicos e sua efetiva aplicação no cotidiano escolar. Através de uma análise dialética, discutem-se modelos contemporâneos como o Sistema de Suporte Multicamadas (SSM), o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e o Ensino Colaborativo, confrontando-os com a precarização das condições de trabalho dos Profissionais de Apoio à Inclusão Escolar (PAIE) e os desafios das Práticas Baseadas em Evidências (PBE). Conclui-se que a autonomia do campo é atravessada por tensões estruturais que limitam a transposição do saber científico para a prática pedagógica efetiva.
Palavras-chave: Educação especial; Pierre Bourdieu; campo acadêmico; desenho universal para a aprendizagem; ensino colaborativo.







