Educação emancipadora e diversidade:

uma análise interdisciplinar sobre os marcos legais, as fronteiras identitárias e a reestruturação curricular

Autores

DOI:

https://doi.org/10.36470/famen.2026.r7a44

Palavras-chave:

Diversidade sexual e de gênero, ativismo judicial, currículo escolar, direitos humanos, teoria Queer

Resumo

Este artigo analisa a trajetória histórica, os arranjos jurídicos e as dimensões pedagógicas da luta pelos direitos da população LGBTQIAPN+ no Brasil, tomando o Dia Internacional do Orgulho (28 de junho) como categoria de análise biopolítica. Utilizando o referencial teórico da Teoria Crítica, dos Estudos Queer e da Pedagogia Crítica, o trabalho investiga a transição da epistemologia da revolta de Stonewall Inn (1969) para as estratégias contemporâneas de emancipação no Sul Global. Examina-se o fenômeno do ativismo judicial do Supremo Tribunal Federal (STF) como resposta à inércia legislativa estrutural, dissecando os marcos da união homoafetiva (ADI 4277/ADPF 132), do direito à identidade trans (ADI 4275) e da criminalização da homotransfobia (ADO 26). Por fim, o estudo propõe a reestruturação dos currículos escolares e a superação da "educação bancária" por meio de práticas transversais de inclusão e letramento de gênero, concluindo que a efetivação da cidadania plena dessa população depende indissociavelmente da articulação entre a garantia jurídico-penal e a práxis pedagógica emancipatória.

 Palavras-chave: Diversidade sexual e de gênero; ativismo judicial; currículo escolar; direitos humanos; teoria Queer.

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Publicado

02-07-2026

Como Citar

Paz, J. F. da . (2026). Educação emancipadora e diversidade:: uma análise interdisciplinar sobre os marcos legais, as fronteiras identitárias e a reestruturação curricular . REVISTA FACULDADE FAMEN | REFFEN | ISSN 2675-0589, 7(3), 301–325. https://doi.org/10.36470/famen.2026.r7a44